São praticadas a psicoterapia psicanalítica e a psicanálise.

Por motivos de conforto e privacidade dos paciente, nas infra-estruturas do consultório só funciona a especialidade em questão.

Contudo, o consultório dispõe de uma rede de parceiros em diversas áreas, caso a situação do paciente assim o requeira. Caso a intervenção com o paciente assim o exija, as hipóteses são exploradas durante as consultas.

Uma psicoterapia psicanalítica tem como objectivo último ajudar o paciente a desenvolver ferramentas internas para lidar com a vida e conseguir disfrutá-la o melhor possível. Neste sentido, será uma mais valia a qualquer pessoa que pretenda investir na sua felicidade.

Tendo em conta que estes processos permitem que o paciente reorganize a vida de forma a não necessitar de recorrer novamente a tratamentos, eventuais internamentos ou a necessidade crónica de medicação, o investimento inicial compensará a longo prazo.

Para que a prática clinica seja responsável e de qualidade, é requerido um investimento de formação profissional contínua que se reflecte nos honorários.

Por motivos diversos o consultório optou por não celebrar acordos com seguradoras.

Contudo, pratica uma política que, consoante a situação do novo paciente, permite alguma flexibilidade nos honorários. Contudo esta situação é analisada caso a caso e discutida numa primeira sessão.

Sim, a psicoterapia promove a mudança interna do paciente e difere do apoio psicológico na medida em que este tem como objectivo ajudar o paciente a retomar um estado emocional igual ao que antecedeu uma mudança brusca na sua vida (divórcio, mudança de emprego, etc).

Sim, diferem na sua base teórica, havendo dois grandes eixos de intervenção, o cognitivo – que se foca na mudança do comportamento -, e o psicanalítico que através do aprofundar do autoconhecimento do paciente para que desta forma as suas dinâmicas de vida se alterem naturalmente.

A psicanálise destaca-se das outras correntes na conceptualização de que a essência do sujeito está na sua capacidade de se pensar autonomamente e, fundamentalmente, de que a intervenção com o paciente vai além da mudança focada no comportamento. A psicanálise é a única prática que trabalho o inconsciente do paciente, ou seja, em traços gerais, a parte da mente que tem acção na forma de pensar do paciente sem que este tenha noção do que se processa.

Sim.

O psicoterapeuta pode ser psicólogo, mas nem todos os psicólogos têm habilitações para ser psicoterapeutas. Difere a formação do técnico e a base teórica que orienta o seu trabalho. O psicólogo é um técnico com formação em Psicologia Clínica, a qual dura normalmente 5 anos e é feita numa universidade. A nível prático, em termos de clínica privada, está apto a fazer avaliações e a prestar apoio psicológicoEste acompanhamento é de curta duração.

Um psicoterapeuta tipicamente é um psicólogo ou psiquiatra que obtêm formação específica numa sociedade científica certificada (por exemplo, a Associação Portuguesa de Psicanálise). Esta é uma formação longa, pós-faculdade, cujo candidato deve cumprir determinados requisitos para ser aceite em formação.

O divã não é um amuleto a indispensável, embora possa trazer vantagens com alguns pacientes.

Desde a sua concetualização a teoria psicanalítica tem-se vindo a desenvolver e está actualizada aos dias que correm, embora ainda seja frequente o mito de que as consultas são feitas com divã, com um um psicanalista silencioso e com o paciente a falar de coisas sobre sexo.

O divã pode ser utilizado nos processos de psicanálise porque pelo facto da pessoa não ficar em contato visual direto com o terapeuta, o processo de instropeção é facilitado.